Se eu soubesse tocar violão...
que gostoso seria!
Não dispensaria minuto de sua companhia.
Seria meu parceiro nas noites de festa e alegria!
E meu ombro amigo nas de solidão e melancolia...
Se eu soubesse tocar violão,
Todo dia cantaria para a lua!
Declamaria sonetos a sua beleza...
E comporia cantigas de amor,
sob seu manto protetor...
Ah, se eu soubesse tocar violão...
Levaria-o para onde fosse!
Cantaria em praças e debaixo de pontes,
Levaria graça, beleza e alegria para todo canto!
Seria taxada de louca, maluca,
e quem sabe, errante?!
Ah, seu eu soubesse...simplesmente tocar violão!
Seria uma eterna amante,
das músicas, histórias e epitalâmios medievais...
E quem sabe poderia compor músicas...
somente para ninar meu amor...!
Quero voltar, a escrever poesias a voltar para minha antiga rotina, de estudos, sonhos, idealizações, e de ternas poesias....
Também quero evitar, a me preocupar com tanta mesquinharia. Com baboseiras e ladainhas. Evitar pessoas prepotentes e medíocres. Fingir que elas não existem, ou que são simplesmente ausentes. Quero fazer algo, que me faça levitar. A me mostrar como sou, a enxergar como a vida é maior. Maior, superior e melhor. Quero o aconchego das velhas amizades. E como sinto saudades! Das belezas e sonhos compartilhados. De corações quebrados e sorrisos exalados. Quero alar para o infinito, alcançar até onde meus sonhos puderem sonhar. Sonhar e meditar. Sem vergonha de me mostrar como sou,
e enxergar o melhor que posso me imaginar.
Esta foto eu tirei pertinho do Arco do Triunfo( magnífico monumento), na belíssima avenue des Champs-Élysées.
sábado, 1 de setembro de 2012
Olá meus queridos seguidores!
Acabo de chegar de uma viagem muito bacana! Depois vou postar algumas fotos com uma poesia!
Preocupações aleatórias,
de problemas compulsórios.
A única coisa que de mim depende,
é a minha saúde mental,
emocional,
sentimental!
Preocupar com opinião alheia.
Quanta baboseira!
Dizem-me atrapalhada e perguntadeira...
Mas que nada!
Nada mais que um bando de "futiqueiras"...
Faço, desfaço, amasso.
Erro, conserto, progresso.
Quem tem o direito de apontar?
Ninguém!
Somente minha consciência.
( que já é por demais exigente...)
Parece que tudo,
é nada ou quase nada...
Meus sentimentos de tão vazios,
são intensos e duradouros.
Por que a cabeça,
impede o corpo de agir?
Por que parece
que grito no silêncio?
E o silêncio estranho se faz
dentro de mim...?
Por que quando,
estou lá,
quero estar aqui,
e quando estou aqui,
quero lá estar?
Por que os assuntos
tornaram-se tão superficiais,
chatos, individuais, intimidadores!
Por que são tão unilaterais?
Eu, eu + eu = eu, eu eu!!!!
E não bilaterais?
Eu e você = como estamos nós....?
Por que os amores se esvaem,
com a denúncia do tempo?
Por que a falta de interesse,
quando o espelho mostra o real?
Por que o medo de amar?
Por que preferir amar a poesia dos versos,
a amar a realidade do ser,
textura da carne e da alma?
Por que somos complexos,
se tudo é tão simples?
Simples demais para tanto perdermos tempo,
com o escuro, o vazio, a denúncia...
a solidão...
Obs: olá meus queridos leitores...!
Fiquei fora um tempo, mas estou de volta.
Esta música do a-ha, não a ouvia há muito tempo. Foi então que ouvindo a rádio, recordei desta linda melodia. E tem muito sobre a poesia que escrevi, enfim sobre muitas coisas...
Beijos a todos