Tu, que tão majestosamente estás a iluminar!
Aqueçe com seu calor o mais frio dos pés.
Tu, cuja órbita é uma dança solar.
Vem, e acorda este coração que insiste em dormir...
Tu, cujo brilho é mais forte que o amor.
Talvez porque sejas sua verdadeira fonte.
Que ofertas semeadura, colheita e calor!
Vem, e faças brotar luz neste canteiro de solidão...
Tu, cuja beleza é espelho da lua.
Em sua luminosidade clareia os sentidos.
Tu, que sopras ventos de amor.
Ajude a espantar esses raios de dor.
Tu, cuja grandeza inveja outros astros.
Por ser grande, romântico, vital, esplendoroso!
Que escancara defeitos e verdades de fato.
Vem, e queima com seus raios as manchas de horror.
Tu, cujos raios frestam pela janela.
Atrapalham, incomodam, expulsam a mentira!
Retira o lugar da etérea noite que teima.
E se impõe REI, com seu manto de verdade e calor!













