Sou das flores de abril,
que passeiam seu perfume pelo ar.
Sou da natureza pura e virgem,
que agracia sua beleza neste altar...
Sou da suavidade, suave...
Suave brisa que aquieta a tempestade.
Sou o céu azul a te alegar,
e também as nuvens nebulosas,
a contigo chorar...
Sou o céu, sou o inferno,
Sou barroca!
E o que posso fazer ?
Se consigo os teus lábios enfeitiçar...
a dizer balbúrdias, alucinações
prosas de amor e poesias de dor...
Sou o amor forte, vital!
Que faz teu sentido vibrar.
Sou o esplendor da luz a me guiar,
para meu passo nesta relva não afundar...
E, principalmente sou,
o braço amigo e amante....
a contigo ninar....



















